O princípio da Vida com ilustrações móveis em três dimensões Jonathan Miller; David Pelham R$30,00

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O princípio da Vida com ilustrações móveis em três dimensões Jonathan Miller;  David Pelham Record 1984 muito bom estado,Qualquer dúvida, pergunte a vontade Outros Assuntos usado

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O princípio da Vida com ilustrações móveis em três dimensões Jonathan Miller; David Pelham R$30,00

R$30,00

Flutuando 3D Morris;Dorman R$15,00

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O efeito estereoscópico vem sendo utilizado há décadas para criar ilusões de ótica em livros de entretenimento do Homem-Aranha, Harry Potter e Looney Tunes, mas inicialmente tinha outra finalidade.

O avô  foi o estereograma, inventado pelo psicólogo e neurocientista Bela Julesz, em 1959, para testar a habilidade da pessoas de verem em 3D com pontos randômicos em diferentes desenhos. A ideia era provar que a noção de profundidade era produzida no cérebro e não diretamente no olho.

Mas, uns 20 anos no futuro, um estudante do cientista chamado Chris Tyler se juntou à programadora Maureen Clarke e ambos descobriram que era possível produzir tal efeito com apenas um desenho.

O que eles aprenderam é que o cérebro, de certa forma, se confunde porque cada olho percebe desenhos diferentes no padrão repetitivo, mas passa a acreditar que são a mesma coisa. Então, ao olhar para os estereogramas, o cérebro constrói um plano virtual por trás desse padrão que o unifica e dá a sensação de três dimensões.

A moda começou de fato só em 1991 com o engenheiro Tom Baccei, o artista 3D Cheri Smith e o programador Bob Salitsky, que se basearam nos estudos da dupla mencionada acima. O trio percebeu que ao brincar com as noções de profundidade era possível enfiar uma imagem de três dimensões em um plano bidimensional.

É necessário um programador para criar essa imagem escondida dentro do padrão 2D. Ele camufla o 3D com um algoritmo patenteado para fazê-lo e envolve complexas distribuições de escuridão e clareza em pontos específicos.

O mais icônico desses livros 3D das gerações que cresceram observando-os era como se complicavam para conseguir ter o barato de ver as imagens saindo do livro. Muito não conseguiam e frustravam a valer.

O problema costuma estar na relação que os olhos têm entre si e com o cérebro também. Se os três não trabalharem como um time em harmonia fica mais difícil de ver os desenhos mesmo. Quem tem leves desvios de visão binocular já passa o perrengue de não ver os desenhos de maneira correta. Cataratas, astigmatismo ou até os estímulos que um dos olhos capta podem impedir a visualização.

A técnica é a mesma de sempre. Meta a cara bem perto do desenho, que ficará borrado por causa da proximidade, e vá afastando-o aos poucos até que as imagens de somem e aumentem até o 3D surgir.

Flutuando 3D

Morris;Dorman

Siciliano, 1994

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