Oitenta e cinco mulheres Léa Maria de Barros Mott R$18,00

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oitenta e cinco mulheres Léa Maria de Barros Mott SEC 0 bom estado. Manuseio. Qualquer dúvida, pergunte a vontade. Literatura Brasileira usado

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Oitenta e cinco mulheres Léa Maria de Barros Mott R$18,00

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O Símbolo Perdido Dan Brown R$15,00

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Em O símbolo perdido, Robert Langdon é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.

Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.

Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.

Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.

O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.

Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência, noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

O Símbolo Perdido Dan Brown sextante 2009 muito bom estado. Manuseio. Qualquer dúvida, pergunte a vontade. Literatura Estrangeira usado

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O Símbolo Perdido Dan Brown R$15,00

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Os filmes que vi com meu pai Guga de Oliveira R$15,00

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Os filmes que vi com meu pai’ livro onde a partir de conversas com meus filhos pretendo comentar as obras cinematográficas mais marcantes nossos filmes favoritos histórias de vida e histórias do cinema. A partir das primeiras conversas já levantamos alguns títulos que jamais poderiam ficar de fora. Para marcar o início de uma grande amizade ‘Casablanca’. Prometendo nunca mais passar fome ‘E o vento levou’. Clássicos de Truffaut como ‘Noite Americana’. Outro francês vanguardista Goddard e seu ‘Alphaville’. O sempre atual ‘Rede de intrigas’. Considerado pela crítica como um dos melhores de todos os tempos ‘Cidadão Kane’. Italianos como ‘Amarcord’ do mestre Federico Fellini. Os musicais da Metro como ‘Hair’ e ‘All That Jazz’. Westerns de ‘Matar ou Morrer’ ao ‘Imperdoáveis’ do viejo Clint Eastwood. Filmes nacionais como ‘Os Fuzis’ passando pelo revolucionário Gláuber Rocha até ‘Tropa de Elite’. E por aí vai… Nossa lista não para de crescer. Através de causos e situações reais vividas em família ou entre amigos vamos nos divertir viajando pelo maravilhoso mundo do Cinema.’ – Guga de Oliveira.

Os filmes que vi com meu pai Guga de Oliveira Frida 2013 excelente estado.Qualquer dúvida, pergunte a vontade. Literatura Brasileira usado

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Os filmes que vi com meu pai Guga de Oliveira R$15,00

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O xangô de Baker Street Jô Soares R$12,00

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Neste livro hilariante, Jô Soares alia uma rigorosa pesquisa histórica sobre a vida no Rio de Janeiro do Segundo Reinado à sua inventividade sem fronteiras. Romance “cômico-policial”, O Xangô de Baker Street constitui uma engraçada mistura de cenário muito preciso do passado – a capital do país por ocasião da primeira visita da legendária atriz francesa Sarah Bernhardt -, figuras conhecidas da história política e cultural do país – como Olavo Bilac, Chiquinha Gonzaga, Paula Nei, d. Pedro II -, e personagens de ficção – Sherlock Holmes e o indefectível dr. Watson, importados para desvendar o desaparecimento inconveniente de um violino Stradivarius que deixara o imperador em sérios apuros. Mas as ilustres criaturas de Conan Doyle acabam sendo requisitadas para solucionar uma série de crimes hediondos e enigmáticos.
O resultado é um livro delicioso, em que as modas e os costumes da capital imperial no século XIX vêm acompanhados de algumas suposições mais ousadas, como a de o Brasil ser o berço do primeiro serial killer da história. Por sua vez, o texto vai do jocoso dos diálogos e da gozação do francesismo brasileiro de então ao hilariante de diversas cenas, e revelações estarrecedoras sobre a vida alimentar, farmacológica e sexual do famoso detetive da rua Baker.
O Sherlock de Jô descobrirá as delícias sensuais dos trópicos, aprenderá alguns costumes nativos, exercerá seus brilhantes dotes dedutivos (para espanto e incredulidade dos pobres mortais), mas será obrigado a admitir que os crimes abaixo do Equador não são tão elementares, meu caro leitor.

O xangô de Baker Street Jô Soares cia das letras 1995 muito bom estado. Etiqueta na folha de rosto.Qualquer dúvida, pergunte a vontade. Literatura Brasileira usado

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O xangô de Baker Street Jô Soares R$12,00

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Macunaíma Mario de Andrade R$16,00

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Escrito em uma semana de dezembro de 1926 e publicado pela primeira vez em 1928, Macunaíma é um clássico nacional, mas nem sempre foi assim. A consagração começou nos meios acadêmicos ainda nos anos 1960, e continuou com adaptações para o cinema e para o teatro, com edições em língua estrangeira e finalmente quando passou a estar presente em todos os programas de ensino do Brasil. Bebendo na água da tradição indianista encabeçada por José de Alencar e ao mesmo tempo ultrapassando-a, Mário de Andrade (1893-1945) criou uma narrativa alegórica, mescla de lendas e dizeres populares, que conta a história de Macunaíma, “o herói sem nenhum caráter”, índio nascido negro mas que se torna branco ao chegar à megalópole paulistana.

Exemplar do modernismo brasileiro, Macunaíma rompeu barreiras ao se aproximar da língua brasileira cotidia­na. Até hoje, não cessa de nos fascinar e a impor reflexões sobre a cultura nacional e o modo brasileiro de ser e se pensar.

Macunaíma Mario de Andrade Itatiaia 1988 Muito bom estado. Nome. Etiqueta na folha de rosto. Literatura Brasileira usado

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Macunaíma Mario de Andrade R$16,00

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Assassinatos na Academia Brasileira de Letras Jô Soares R$18,00

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Durante seu discurso de posse, o senador Belizário Bezerra, o mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras, cai fulminado no salão do Petit Trianon. A morte de outro confrade, em circunstâncias semelhantes – súbita, sem sangue e sem violência aparente -, traz uma tensão inusitada para a tradicionalmente plácida casa de Machado de Assis: um serial killer literário parecia solto pelo pacato Rio de Janeiro de 1924, e não estava pra brincadeira. Queria ver mortos todos os imortais.
Os “Crimes do Penacho”, como a imprensa marrom apelidou a série de assassinatos, despertaram a curiosidade do comissário Machado Machado, um tipo comum na paisagem carioca não fosse o indefectível chapéu-palheta, a pinta de sedutor irresistível e a obstinação em provar que aquelas mortes jamais poderiam ser coincidências.
Em sua investigação, que serpenteia entre um chope e outro no Café Lamas, uma visita ao teatro São José, uma passada no cemitério São João Batista e outra na Lapa, Machado Machado encontra suspeitos por toda parte: políticos, jornalistas, religiosos, nobres falidos, embaixadores, crupiês, poetas maiores e menores, homens de letras, magnatas da imprensa, alfaiates e atrizes francesas, quase todos com um pendor inescapável para o assanhamento e a malandragem.
Assassinatos na Academia Brasileira de Letras alia o sabor da prosa de Jô Soares a uma pesquisa histórica que reconstitui nos mais ricos e engraçados detalhes um Rio de Janeiro que até agora não estava nos livros: parecia estar apenas na memória de quem o viveu. Jô mistura erudição e humor, texto e imagens, suspense e comédia de costumes – fórmula secreta que, na mão dos grandes autores, garante a marca da melhor literatura.

Assassinatos na Academia Brasileira de Letras Jô Soares Cia das Letras 2005 muito bom estado.Qualquer dúvida, pergunte a vontade. Literatura Brasileira usado

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Assassinatos na Academia Brasileira de Letras Jô Soares R$18,00

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A mesa Voadora Luís Fernando Veríssimo. R$15,00

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Diga-lhe o que gostas de comer, que tipo de relacionamento tem com maîtres, garçons e chefs ou como se porta num buffet que ele dirá se tu és ou não um bom-gourmet! Ninguém melhor que Luiz Fernando Veríssimo para desvelar a alma de um comensal e suas agruras com o dia-a-dia. Em A MESA VOADORA, ele nos oferece um cardápio variado e irresistível: histórias sobre iguarias de dar água na boca e todos os preceitos para saboreá-las com propriedade. Sim, Verissimo é especialista no assunto. Delicia-se com minestrones, carnes malpassadas, tortas sofisticadas e com aqueles momentos de extremo prazer, quando, por exemplo, a gema de um ovo frito desprende-se da clara e, viscosa, quente, se desmancha sobre os grãos de arroz. A mesa voadora traz uma seleção de 47 crônicas recheadas com dicas bem-humoradas de quem transita com a mesma desenvoltura por sofisticados bistrôs de Paris ou pastelarias de beira de estrada. Com o domínio que tem sobre a “gastronomia” e suas variantes, o autor surpreende ao revelar que a única parte de qualquer receita de comida que o interessa é a última, aquela que começa depois do “leve à mesa”. “Só entro em cozinha para abrir a geladeira”, confessa o gourmet. Mas para a nossa sorte, depois de comer tanto e tão bem, Verissimo ainda escreve, deliciosamente, sobre suas memórias gustativas. Em Às Sopas, por exemplo, ele faz uma verdadeira declaração de amor à iguaria e aponta as várias razões para reverenciarmos os minestrones, consomês e caldos: “(…) A sopa nos dá, como nenhum outro tipo de comida, a oportunidade de demonstrar nosso prazer à mesa. Os chineses, inclusive, consideram falta de educação tomar uma sopa em silêncio. Deve-se sorvê-la, ruidosamente, indicando para quem quiser ouvir, mesmo da rua, que ela está ótima e que a vida, tirando algumas passagens de extremo mau gosto, vale a pena ser saboreada (…)”, observa o autor. Já em O buffet, o humorista traça seu plano estratégico para desfrutar com propriedade o serviço de uma festa. E seguindo as preciosas dicas, o leitor vai estar saboreando o prato quente enquanto outros convidados, menos empreendedores , ainda nem chegaram perto dos tomates. Mas, alerta Verissimo: “Não se desmobilize, no entanto. Lembre-se de que ainda falta a batalha dos doces…”. Sentar à mesa em companhia desse mestre do humor é garantia de boa diversão! Bom -apetite!

A mesa Voadora Luis Fernando Veríssimo objetiva 2001 excelente estado.Qualquer dúvida, pergunte a vontade. Literatura Brasileira usado

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